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sábado, 7 de maio de 2011

Impasse

Antes eu discutia sobre perdoar ou não;
Esquecer ou não;
Como conviver, como mudar, como fazer para melhorar...

Antes eu ainda fazia planos, porque tinha o que fazer;
Antes eu fazia parte de algo e algo de mim;
Ainda que fosse só o que eu pensasse.

Antes eu sabia se iria ver/ter de novo;
Antes eu não me preocupava, no máximo, ficava ansiosa;
Mesmo q essa ansiedade fosse patológica...

Mas eu sabia (ou acreditava que sabia) no que iria dar.

Hoje nada sei, só sinto...
E sinto que nao sei de nada.

Do antes ao agora, muita coisa mudou;
Já não fico ansiosa, só me preocupo.
E preocupo porque já não tenho planos;
Já não tenho o que fazer...

Só tenho o que lembrar, como num sonho vivido;
Mas do qual já se acordou.

No mais

Eu não canto mais;
Não rio mais;
Não mais falo demais.
Não toco mais meu violão...acho que não sei mais como me sentir viva.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Reflexão

Estive parada, pensando...
Meu coração chorou
Lamentou os erros que eu não posso consertar
Me bateu
Me xingou
Desprezei a mim mesma.

Meu choro...
Eu nem sequer consigo expressar
A dor é profunda e o sorriso amarelo
Guardo uma caixinha de recordações no meu profundo íntimo
Sofro um inferno de recordações no meu profundo íntimo

Viver, esperar o amanhã não é bem o que me motiva a continuar
A vida é um baú de surpresas, ninguém sabe quando e como ela irá terminar
E isso já virou clichê!

Pro meu coração foi o meu amor que virou clichê
Tantos questionamentos, perguntas sem respostas, explicações que eu quero, mas sei que nunca terei...
Guardo comigo os versos que ninguém vai entender...

Escrito em 15/12/2007 (MA)

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Finalidade.

Criei este blog usando o pseudônimo de Artemísia. 
O intuito do mesmo é unicamente expôr meus pensamentos e idéias que muitas vezes compartilhadas com conhecidos se tornam algo trágico, alvo de críticas e de pensamentos surrealistas, já que a mente humana é muito fértil, principalmente quando se trata de imaginar o que os outros sentem. É o tal do falso altruísmo... enfim, não quero dizer que escreverei coisas esplêndidas, pelo contrário, posso escrever coisas tão banais que não deveriam vir a conhecimento público, mas é o tipo da coisa: acredito que o melhor a fazer é desabafar, cuspir, vomitar! E porque não escrevendo?!
Não estou interessada no número de seguidores, mas quem tiver curiosidade e desejar seguir, será bem vindo!
Neste mundo de duas caras, às vezes ferramentas como estas nos salvam bastante, se é que me entendem... criei o "Folha da laranjeira" porque esta folha em si tem um significado muito valioso pra mim, inicialmente o blog contaria uma estória... mas agora decidi que fica mais fácil discorrer sobre sentimentos do que contar uma estória, ainda mais quando essa tenha feito história... portanto, assim farei: pensamentos, idéias, coisas banais... quem sabe até um dadaísmo não saia aqui...
 



quinta-feira, 28 de outubro de 2010

"Minha laranjeira verde, porque está tão prateada, foi a lua dessa noite, o sereno da madrugada...
Tenho um sorriso bobo, parecido com soluço, enquanto o caos segue em frente com toda calma do mundo"

Renato Russo